Quando você financia um bem, está comprometendo parte do seu fluxo de caixa futuro com juros. Isso significa menos capital disponível para novas oportunidades.
O problema não é apenas o custo financeiro direto. É o custo de oportunidade: enquanto você paga parcelas com juros, deixa de alocar esse recurso em ativos que poderiam gerar retorno.
Para quem busca crescimento patrimonial consistente, entender essa dinâmica é fundamental. A decisão entre financiar ou estruturar um caminho alternativo pode definir a velocidade do seu crescimento nos próximos anos.
Pense assim: cada parcela de financiamento é um compromisso que reduz sua flexibilidade. E flexibilidade, no jogo patrimonial, é um ativo valioso.